sábado, 23 de outubro de 2010

Petição Equivalência de Mestre aos titulares das anteriores licenciaturas com formação de 5/6 anos


Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República, Os cidadãos a seguir assinados e identificados vêm, por este meio requerer que seja dada equivalência de Mestre aos titulares das anteriores licenciaturas com formação de 5/6 anos, na designação anterior à reforma de Bolonha. Com a Reforma do Ensino Superior (Decreto-Lei 74/2006, de 24 de Março), o título académico de licenciado passou a ser atribuído ao fim de um ciclo de estudos de 3 ou de 4 anos, quando no passado o título equivalente era designado por bacharel. Pelo contrário, antes da Reforma, à formação superior de 5 anos era atribuído o título de licenciado. Perante a existência no mercado de trabalho de diferentes formações e competências, a que corresponde o mesmo título académico, torna-se necessário referenciar o mesmo com a indicação do período em que foi obtido. Acresce que a Portaria nº 782/2009, que estabelece a Regulamentação do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ), ignora a diferença anteriormente referida, pois no Anexo III atribuiu o mesmo nível ao bacharelato e à licenciatura (nível 6), sem diferenciar se os títulos foram obtidos antes ou depois da Reforma. Esta classificação desvaloriza, de forma gravosa, injusta e incompreensível, a qualificação profissional de centenas de milhar de licenciados pré-Bolonha na medida em que, não só colide com o reconhecimento das suas qualificações profissionais, aceite há dezenas de anos pela Sociedade, como também colide com o próprio ordenamento jurídico nacional, em especial na parte referente ao reconhecimento nas formações de nível superior, nomeadamente com o estabelecido na Lei n.º 9/2009, de 4 de Março, relativa a reconhecimento de qualificações profissionais. Exposição de Motivos: Nos termos dos acordos do processo de Bolonha, de que Portugal é desde o primeiro momento signatário, ocorreu recentemente no nosso País uma reestruturação profunda do quadro legal do sistema do ensino superior. O Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho, tendo como referência a segunda alteração à Lei de Bases do Sistema Educativo adoptada pela Lei n.º 49/2005 de 30 de Agosto, estabelece, na perspectiva da preparação para a generalidade das profissões, dois graus académicos de formação superior principais: a) O grau de licenciado, correspondente ao 1º ciclo de estudos do Espaço Europeu do Ensino Superior, acordado pelos ministros do ensino superior na sua reunião em Bergen, Noruega, em Maio de 2005, no âmbito do processo de Bolonha - cf. especialmente o artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho, supra-citado. b) O grau de mestre, correspondente ao 2º ciclo de estudos do Espaço Europeu do Ensino Superior, acordado pelos ministros do ensino superior na reunião de Bergen, supra-mencionada - cf. especialmente o artigo 15.º do referido Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008. Entendeu o poder político adoptar a designação de licenciatura para os novos primeiros ciclos de formação. Esta decisão, dificilmente entendível, mas que naturalmente se respeita no quadro democrático, levantou desde o primeiro momento, em muitos cidadãos, uma grande preocupação sobre futuras confusões entre designação e competências associadas, com a correspondente injustiça que se poderia perspectivar. As licenciaturas anteriores à reforma correspondiam, na generalidade, a formações acumuladas correspondentes a ciclos longos, que conferiam qualificações de base reconhecidas pela Sociedade como adequadas para o início de exercício de profissões com responsabilidade e níveis de complexidade elevadas. A portaria n.º 782/2009 adopta no seu Anexo III um alinhamento de reconhecimento de qualificações de ‘Bacharelatos e Licenciaturas’, sem qualquer reconhecimento da diferença inequívoca de qualificações entre as novas licenciaturas, primeiros ciclos que têm de facto relação com os antigos bacharelatos, e as antigas licenciaturas, que representam um nível acima do dos bacharelatos. Não é curial que, fazendo o Anexo III, e bem, menção expressa a um grau do anterior sistema, o bacharelato, não faça igualmente menção expressa ao outro grau desse mesmo sistema, a licenciatura. Não pode ser omitido que o termo “licenciado” se refere a níveis de formação académica marcadamente diferentes, consoante diga respeito ao sistema anterior, ou ao que está actualmente em vigor. A realidade é que, tal facto, é inaceitavelmente lesivo dos direitos dos titulares de licenciaturas anteriores à presente reforma. É necessário que fique claro, para os empregadores e para a sociedade em geral, que apesar de se estar a adoptar, por decisão legal, a mesma designação, está efectivamente a referir-se a níveis de qualificação diferentes, sendo adequado que a actual licenciatura esteja associada ao nível 6 (no mesmo nível do antigo bacharelato) e a antiga licenciatura dos regimes de ciclo longo anteriores ao Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, de que são titulares muitas centenas de milhares de licenciados, figure no nível imediatamente superior, nível 7, nível com correspondência ao do actual mestrado. E ainda: - Estando convictos que a equiparação proposta é uma ideia de princípio válida, e defensora dos interesses de todos os licenciados, sejam ou não membros das Ordens Profissionais e profissionais que se formaram antes do Processo de Bolonha; - Tendo presente que a Lei define que são as Instituições de Ensino Superior que têm competência para atribuir este tipo específico de equivalência; - Tendo, ainda, em conta que as Ordens Profissionais têm tido conhecimento de procedimentos e exigências muito diferentes consoante a Universidade, para a atribuição de equivalência quando solicitada; - Tendo em consideração que é necessária uma base objectiva, uma questão concreta colocada para que a Assembleia da República se veja na necessidade de legislar; - Tendo em consideração a objectividade do actual comprometimento de diversas situações de progressão de carreira, de candidatura a concursos públicos, ou da definição da prioridade curricular dos licenciados pré-Bolonha, cujo percurso material compreende um total efectivo de cinco ou mais anos lectivos, agora prejudicado pela modificação meramente formal da designação da estrutura três mais dois, actual Mestrado (integrado); - Que não poderão ser compatíveis realidades distintas, como é o caso das licenciaturas antes e pós Bolonha, uma correspondendo ao actual primeiro e segundo ciclo, cinco/seis anos, e a outra apenas ao primeiro ciclo. Proposta: Os signatários requerem que seja dada equivalência de Mestre aos titulares das anteriores licenciaturas universitárias com formação de 5/6 anos, na designação pré-reforma de Bolonha.

Os signatários


Por todas as razões apresentadas supra, esta é uma petição que aprovo e apoio!!!

PARA ASSINAR A PETIÇÃO (Clicar)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sessão Extraordinária da Assembleia de Freguesia - Dia 13 de Outubro (4.ª Feira)



Amanhã, dia 13-10-2010 (4.ª Feira), pelas 21h00, na Sede da Junta de Freguesia da Venteira, sita na Rua 1.º de Maio, 39 A, vai ter lugar uma Sessão Extraordinária da Assembleia de Freguesia, cuja ordem de trabalhos é a seguinte:


Ponto Único - Apreciação para aprovação das taxas do Mercado da Venteira, conforme do disposto na alínea d), do n.º 2 do art.º 17.º, da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5A/2002 de 11 de Janeiro.
Participa! A participação é uma forma de cidadania!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Dia 8 de Outubro, na Biblioteca José Régio - Inauguração da Exposição: Diversidade de Sandro Brito

"Engolindo os Céus" - Sandro Brito
Vai ter lugar no dia 8 de Outubro, pelas 18.30 horas, na Biblioteca José Régio, a inauguração da Exposição de Pintura: Diversidades de Sandro Brito.


A inauguração é aberta a todos os municipes.



A exposição vai estar patente entre os dias 8 de Outubro a 5 de Novembro de 2010.

Biblioteca José Régio

Av. D. Nuno Álvares Pereira, nº 8 B 2700-256 Amadora

Telefone: 214943548 / 934943548

Email: b.joseregio@jfventeira.pt

Horário: 9h30 às 17h30

domingo, 3 de outubro de 2010

Sessão Ordinária da Assembleia de Freguesia de 29 de Setembro será concluída no próximo dia 6 de Outubro

No passado dia 29 de Setembro decorreu a Sessão Ordinária da Assembleia de Freguesia da Venteira.

O período anterior à ordem de trabalhos foi muito participada por moradores que a apresentaram uma série de assuntos do interesse da Freguesia, o que valorizou significativamente esta sessão.

A ordem de trabalhos iniciou-se com a apresentação de uma proposta da Junta que propunha a redução de 15% das taxas mensais aplicadas à detenção de bancas e outros espaços comerciais do Mercado da Venteira.

Esta proposta viria a ser rejeitada com os votos desfavoráveis do PCP (2), CDS/PP (1) e CIPA (1), com as abstenções do PSD (2) e BE (1) e os votos favoráveis dos eleitos presentes do PS (3).

O representante do PCP considerou a redução dos valores das taxas, presentes na proposta apresentada pela Junta, insuficiente, tendo proposto uma redução de 50%. Esta posição foi subscrita pelo representante do CDS/PP.
O eleito do CIPA não subscreveu a proposta do PCP, embora tenha considerado a redução proposta pelo executivo da Junta insuficiente, tendo defendido que os valores de redução deveriam situar-se nos 25%.

Da minha parte votei favoravelmente a proposta da Junta por três factores principais:
Em primeiro lugar porque os valores taxados pelas bancas do mercado já são relativamente reduzidos. Para se ter uma ideia muitos dos comerciantes que possuem bancas no mercado pagam uma renda mensal na ordem dos €20,00.
Em segundo lugar é de registar que as rendas já não são actualizadas desde 2004, o que significa que não são aumentadas há 5 anos. Se tivermos em consideração a inflação...podemos até concluir que, em termos reais, as mesmas têm vindo a baixar ao longo dos últimos anos.
Por último devemos de ter em consideração que se vivem momentos muito difíeceis em todo o mundo e que as finanças da Junta exigem muito equilíbrio até porque existem compromissos salariais a respeitar. Neste particular não podemos esquecer que o mercado representa um prejuízo mensal para a Junta de mais de €2000,00.

Tudo isto não invalida que não seja sensível e solidário com os comerciantes que ainda resistem naquele mercado e que vivem momentos difíceis.

O ponto n.º 2 da ordem de trabalhos que seria colocado para apreciação e que dizia respeito a um "protocolo de colaboração institucional a celebrar entre a Junta de Freguesia e a Sociedade Portuguesa de Psicoterapia" foi aprovado por unanimidade.

Após esta votação, e dado o adiantado da hora, o Sr. Presidente da Assembleia interrompeu a sessão à luz do regimento da assembleia.
A sessão será retomada no próximo dia 6 de Outubro, pelas 21h00, no seu Ponto n.º 3 da ordem de trabalhos e diz respeito à apreciação da Informação da Sra. Presidente da Junta, conforme o disposto na alínea O) do n.º 1 do art.º 17.º, da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5A/2002 de 11 de Janeiro.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Fluxograma Esclarecedor...(No Comments...!)

Organização de um local de trabalho

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Sessão Ordinária da Assembleia de Freguesia - Dia 29 de Setembro (4.ª Feira)


No próximo dia 29-09-2010 (4.ª Feira), pelas 21h00, na Sede da Junta de Freguesia da Venteira, sita na Rua 1.º de Maio, 39 A, vai ter lugar uma Sessão Ordinária da Assembleia de Freguesia, cuja ordem de trabalhos é a seguinte:

Ponto n.º 1 - Apreciação para aprovação das taxas do Mercado da Venteira, conforme do disposto na alínea d) ,do n.º 2 do art.º 17.º, da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5A/2002 de 11 de Janeiro.
Ponto n.º 2 - Apreciação para aprovação do protocolo de colaboração institucional a celebrar entre a Junta de Freguesia e a Sociedade Portuguesa de Psicoterapia, conforme disposto na alínea g) do n.º 2 do art.º 17.º, da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5A/2002 de 11 de Janeiro.
Ponto n.º 3 - Apreciação da Informação da Sra. Presidente da Junta, conforme o disposto na alínea O) do n.º 1 do art.º 17.º, da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5A/2002 de 11 de Janeiro.

Relembro que no período antes da Ordem de Trabalhos existe sempre um tempo reservado à intervenção do público que poderá colocar questões ou pedir esclarecimentos sobre assuntos do interesse da Freguesia. Naturalmente o uso da palavra será concedido pelo Presidente da Mesa, mediante prévia inscrição dos interessados que será feita na hora.
Participa! A participação é uma forma de cidadania!!!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Amadora Festeja 31.º Aniversário


É durante o mês de Setembro que têm decorrem as comemorações do 31.º aniversário da criação do Município da Amadora, o primeiro a ser criado após o 25 de Abril, no dia 11 de Setembro.

A programação é variada pelo que abrange um leque alargado de público.

Concertos ao ar livre e em sala, dança, exposições, desporto, e a já tradicional Feira do Livro, entre muitas outras iniciativas, vão preencher um mês que se quer de festa.

A dança do muito aclamado Quórum Ballet, a música d’ Os Pontos Negros, Deolinda, Corvos, Mr Smith, Cristina Nóbrega e Ciganos d’Ouro, o teatro experimental da companhia Proto e as exposições de homenagem ao escultor Laranjeira Santos, são alguns dos acontecimentos que irão certamente fazer os amadorenses sair à rua.
Consulte toda a programação (clicar)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Trabalhadores Despedidos por SMS

Trabalhadoras despedidas por SMS - Foto de Alexandra Couto/Lusa

O insólito aconteceu com os funcionários de uma empresa de calçado em Arouca que foram despedidas através de sms enviado pelos "administradores" da mesma na passada quinta-feira, 26-08, numa altura em que ainda não tinham recebido os seus salários.
Segundo a agência Lusa, as 18 pessoas que trabalham na fábrica de calçado de Arouca receberam, na passada quinta feira, a seguinte mensagem no telemóvel, sem qualquer assinatura e a partir de um número desconhecido: “A partir de segunda feira, a empresa vai fechar. Vão receber a carta para o desemprego”.
Lina Cardoso recordou que recentemente as 18 trabalhadoras fizeram horas extra, muito embora tenha ouvido que as «Finanças vieram aqui para buscar as máquinas», apesar de não ser do conhecimento das trabalhadoras que a Pinhosil tivesse dívidas.

Ouvida pela TSF, outra das funcionárias da Pinhosil explicou que as trabalhadoras foram de férias a 6 de Agosto e que estas foram informadas que iriam receber na segunda-feira seguinte.
Por pagar está ainda, além das horas extra, metade do subsídio de Natal de 2009, o subsídio de férias de 2010 e os salários de Julho e Agosto.

«Até hoje não recebemos nada. E durante estas férias, na quinta-feira passada, recebemos uma mensagem em que a empresa ia fechar e a partir de segunda-feira iríamos receber uma carta para o fundo de desemprego», adiantou Lina Cardoso.

Concentrada junto com as suas colegas à porta da empresa, esta trabalhadora lembrou que ninguém disse para que as funcionárias não se apresentassem no seu local de trabalho e considerou que «esta não é forma de se fechar a empresa», através de um sms. Para as trabalhadoras os patrões fazem “gato- sapato das pessoas”.

«Ele não nos diz nada e também não nos devemos ir embora. Tentámos falar com o patrão, mas ele não atende. Mandámos mensagem, mas ele não aparece», acrescentou esta funcionária, que disse que não faltavam encomendas à empresa.

«Trabalhávamos para várias empresas, algumas há vários anos. Ele dizia que as empresas pagavam certinhas», concluiu esta funcionária despedida na quinta-feira por sms.
Fernanda Moreira, dirigente do Sindicato dos Operários da Indústria do Calçado, Malas e Afins dos Distritos de Aveiro e Coimbra, disse à Lusa que “a Pinhosil sempre foi uma empresa que deu problemas, pagava mal e nunca entregava os subsídios por inteiro (…) mas não é assim que se tratam as pessoas”.
“Legalmente”, acrescenta, “a empresa tem que comunicar aos trabalhadores que vai iniciar o processo de insolvência – se for esse o caso – e depois falar com o pessoal e entregar todos os papéis necessários para o desemprego”.
Fernanda Moreira diz ainda: “Se o patrão não entregar as cartas, tem que ser a Inspecção do Trabalho a conduzir o processo. Mas como a Inspecção só pode intervir ao fim de alguns dias e depois ainda há outros prazos a cumprir, podem-se passar três semanas até as pessoas poderem pedir o subsídio de desemprego”. (clique)

A Pinhosil abriu há quatro anos. O proprietário, Manuel Pinho Silva, detinha antes a Pinho Oliveira, também de Arouca, cujo encerramento, segundo os funcionários da Pinhosil (todos transferidos da empresa anterior), “nunca foi bem explicado”.

Video extraído de www.rtp.pt

Outros Casos ocorridos na região do Porto durante o mês de Agosto :

Em Lousada, a empresa de confecções Andradress, encerrou para férias em 18 de Agosto e já não volta a abrir. Os 45 trabalhadores, na maioria mulheres, foram informados do encerramento por advogados contratados pela empresa. As trabalhadoras foram surpreendidos pelo encerramento, até porque antes de férias fizeram horas extraordinárias para acabar uma encomenda de 18.000 camisas.

Em Paços de Sousa, Penafiel, a fábrica de confecções Nelbruvest já não vai abrir, lançando 70 pessoas, na maioria mulheres, no desemprego. As trabalhadoras foram despedidas por carta que receberam do patrão da fábrica. Uma trabalhadora da fábrica, Fátima Vieira, disse à agência Lusa que a fábrica encerrou para férias no dia 13 de Agosto, mas no dia seguinte as operárias foram avisadas por vizinhos para a retirada de máquinas da empresa. Dirigindo-se à fábrica as operárias perguntaram ao patrão se estava, o que ele negou, garantido que a empresa abriria a 6 de Setembro. Dias depois, no entanto, as operárias começaram a receber cartas de despedimento, onde “o patrão justificava o despedimento com dificuldades financeiras e a desconsideração manifestada pelos funcionários”, revelou Fátima Vieira. Segundo os seus cálculos a empresa deve a cada trabalhador cerca de 2.200 euros.

Pela amostra destes casos, ocorridos apenas durante o mês de Agosto e numa área circunscrita do país, conseguimos entender sem dificuldades as preocupações do responsável pelo maior partido da oposição relativamente à urgência em alterar a lei dos despedimento no nosso país. Existirão dúvidas sobre a necessidade de liberalizar o despedimento de trabalhadores por "razões atendíveis" como defende este dirigente político que ambiciona ser 1.º ministro de Portugal? A situação destes trabalhadores e dos mais de 600.000 desempregados inscritos nos centros de emprego de todo o país responde à questão...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Governo quer tornar os Seguros de Saúde vitalícios obrigatórios

"O Governo quer instituir os seguros de saúde vitalícios em Portugal, o que significa que as seguradoras não vão poder cancelar os seguros, como já acontece. O problema é que “estes seguros não são obrigatórios”, ao contrário do que defendem os representantes dos consumidores.
Quando um consumidor contrata um seguro de saúde, este pode ser cancelado pela seguradora ao fim de um ano. É este o cenário actual e que o Governo se propõe alterar. O objectivo é garantir um maior “equilíbrio entre os direitos dos consumidores e a protecção da mutualidade”, justifica no anteprojecto de decreto-lei, em discussão pública até dia 23.
Além dos seguros de regime geral, em regra renováveis anualmente, alarga-se os prazos de renovação e cria-se o seguro de saúde de cobertura graduada (só podem ser excluídas doenças pré-existentes ou no prazo de três meses após a contratação) e o seguro de saúde vitalício.
Os seguros vitalícios são uma reivindicação antiga da Deco, mas uma das objecções que a associação irá fazer ao anteprojecto é a falta de obrigatoriedade do mesmo. Em França e no Brasil, por exemplo, são obrigatórios.
“Uma vez contratado um seguro vitalício, a seguradora não pode recusar a renovação ou impor exclusões(...)" Fonte: Diário de Notícias
Para a APP - Associação Portuguesa de Psicogerontologia os seguros de saúde vitalícios devem ser obrigatórios. (Clicar)

Espero que este anteprojecto de Decreto-Lei do Governo, em discussão pública até dia 23, seja efectivamente aprovado porque os direitos dos consumidores devem estar salvaguardados, para mais quando estamos a falar de seguros de saúde.

Uma medida importante sobretudo quando nas últimas semanas responsáveis políticos de determinado partido apresentam como única medida para melhorar o Sistema Nacional de Saúde (SNS) a restrição do acesso da maioria dos portugueses a este serviço público, deixando-lhes como única alternativa a utilização dos serviços privados de saúde caros. O SNS ficaria apenas acessível a cidadãos indigentes, serviços esses cuja sua qualidade seria mínima.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Prolongamento de horário nas escolas assegurado pela CMA


A continuidade do prolongamento de horário nas escolas para o ano lectivo 2010/2011, consubstanciado no Programa Aprender&Brincar – Componente de Apoio à Família (CAF), cujo o principal objectivo visa acompanhar as crianças do 1.º Ciclo e/ou Jardim-de-infância no estabelecimento de ensino que frequentam, fora do horário lectivo e das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), foi aprovado pela Câmara Municipal da Amadora.

Neste âmbito foi aprovado igualmente a tabela de comparticipação e a minuta do protocolo a celebrar com as entidades gestoras (instituições de solidariedade social, associações e juntas de freguesia).

Vale a pena relembrar que este programa foi implementado de forma pioneira no concelho há já oito anos. O programa, conhecido como “prolongamento de horário”, tem vindo a cobrir um maior número de escolas e consequentemente abrangido um maior número de famílias, estando neste momento implementado em 11 agrupamentos de escola.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Calçada da Rua Afonso de Albuquerque que se encontrava em mau estado já foi Intervencionada !!!

Aspecto da calçada na Rua Afonso de Albuquerque após intervenção da Junta de Freguesia




É com satisfação e sentido de dever cumprido que venho informar que a calçada que se encontrava em mau estado na Rua Afonso de Albuquerque, conforme ainda ontem dei conta aqui no blog, se encontra completamente concertada.

A celeridade com que a situação foi intervencionada, por parte da Junta de Freguesia da Venteira, merece um elogio público.

A forma como esta situação foi resolvida que a participação cívica pode contribuir de forma elevada para a melhoria da qualidade de vida da nossa freguesia.
Exorto todos no sentido de me fazerem chegar relatos de situações que se passam na freguesia e que considerem merecedoras receber um elogio ou um reparo público aqui no blog.
Se as mesmas forem acompanhados de suporte fotográfico constiui sempre uma mais valia.
Email de contacto: venteiraviva@gmail.com

domingo, 11 de julho de 2010

Calçada em mau estado na Rua Afonso de Albuquerque

Estado da calçada na Rua Afonso de Albuquerque
A calçada na Rua Afonso de Albuquerque, mais concretamente frente à loja da vodafone, encontra-se em mau estado conforme as imagens demonstram.

Esta situação merece uma célere resolução de forma a evitarem-se potenciais acidentes, em particular com as transeuntes mais idosas que por ali passam.

Já remeti esta informação para a Junta de Freguesia da Venteira que é a entidade competente nesta matéria - reparação de calçadas - em virtude do Protocolo de Descentralização firmado, já há alguns anos, com a Câmara Municipal da Amadora.

Tenho a convicção que a reparação desta calçada será célere uma vez que, pelo conhecimento que tenho, os serviços da Junta sofreram nos últimos meses uma significativa melhoria na capacidade de resposta a este tipo de intervenções.